“Tudo nela era subnutrido. Canelas que pareciam arame. Braços de cabide. A menina não o produzia com frequencia, mas, quando ele surgia, seu sorriso era faminto.
Por mais que dissessem que a amavam, não havia nenhum reconhecimento de que a prova disso fosse o abandono. Nada alterava o fato de ela ser uma menina magrela e perdida em mais um lugar estranho, com mais gente estranha. Sozinha.”
Crescendo como Saumensch
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
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Que fofooo!!
ResponderExcluirtbm estou lendo este livro :D!!